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Diretrizes Tendo em vista facilitar a compreensão do Projeto Educação Digital elaborou-se este documento que apresenta os objetivos e diretrizes gerais sob a forma de respostas a perguntas mais freqüentes, que esperamos esclareçam a todos sobre as ações, responsabilidades e estratégias de implementação e dinamização das Oficinas Digitais.
· Quais são os objetivos do Projeto Educação Digital?
Objetivo Geral
Promover melhoria na qualidade e na produtividade da educação pública brasileira pela implantação de Tecnologias da Comunicação e Informação no ambiente escolar.
Objetivos Específicos
· Implantar Oficinas Digitais em Escolas Públicas do Distrito Federal e dos 9 estados de abrangência da Brasil Telecom;
· Oportunizar aos alunos participantes do Projeto o acesso às tecnologias da informação e comunicação - TICs;
· Capacitar os professores das escolas beneficiadas pelo projeto a utilizarem as tecnologias da informação e comunicação no ambiente escolar;
· Implementar infraestrutura de suporte às escolas com apoio de parceiros nacionais e internacionais;
· Elaborar um modelo para replicação do Projeto Educação Digital.
· Como a Oficina Digital deve ser utilizada?
A Oficina Digital deve ser utilizada para dinamizar o currículo especialmente em situações que estimulem o estudante pela busca e troca de informações via Internet ou para a elaboração de documentos, apresentações, demonstrações de simulações de experimentos, jogos, produção de textos, elaboração de planilhas e banco de dados, elaboração de blogs, páginas, sítios, jornais, newsletters, desenhos, design de soluções diversas e outros.
A Oficina Digital deve ser utilizada como um ambiente que estimule a aprendizagem e o desenvolvimento de competências e habilidades que auxiliem os professores a dinamizarem o ensino e os alunos a se apropriarem de ferramentas úteis à sua formação de cidadãos do séc. XXI.
· Quando é esperado que os alunos comecem a usar a Oficina Digital?
A Oficina Digital deve ser utilizada tão logo a escola receba as chaves (check list completo do ambiente, equipamentos e móveis), a escola tenha elaborado o Projeto Tecnológico e o professor se sinta seguro quanto ao uso dos recursos disponíveis.
É preferível não utilizar a Oficina Digital a utilizá-la sem planejamento e segurança quanto aos recursos disponíveis.
· O professor precisa fazer todos os cursos oferecidos pelo Projeto Educação Digital antes de usar a OD com seus alunos?
Caso o professor já tenha formação (não apenas conhecimentos superficiais) sobre informática na educação e sobre os recursos disponíveis na Oficina Digital, não há necessidade de esperar fazer os cursos que estão sendo oferecidos pelo Projeto Educação Digital.
· A Oficina Digital precisa ser oficialmente inaugurada, antes dos alunos poderem usar?
A inauguração oficial é apenas um protocolo para formalizar a entrega da Oficina Digital à escola. Ela pode ser imediatamente utilizada por professores, alunos e comunidade.
· Por que definir prioridades para utilização da Oficina Digital?
A experiência tem demonstrado que o acesso a recursos tecnológicos sem planejamento não tem resultado em melhoria do ensino e muito menos da aprendizagem. O acesso ao laboratório apenas para envolver todos os alunos da escola em “visitas” semanais ou quinzenais ao laboratório resulta em trabalho infrutífero, oneroso e frustrante.
Considerando ainda que a quantidade dos recursos disponibilizados pelo Projeto pode não ser suficiente para atender simultaneamente a totalidade dos alunos da escola, será necessário definir prioridades.
O Projeto Educação Digital não se limita a implantar laboratórios nas escolas, mas a contribuir para a melhoria da qualidade e da produtividade da educação, assim a sua implementação exige comprometimento e responsabilização dos gestores, capacitação de professores, conhecimento dos indicadores escolares, estabelecimento de metas e foco em resultados.
· O que é esperado que as escolas priorizem?
É esperado que as escolas definam suas prioridades a partir do Projeto Tecnológico. Nesse documento deverão ser identificados os níveis de ensino, as séries, as turmas priorizadas, bem como os professores que atuam nessas turmas e respectivas disciplinas, os objetivos, as metas a serem alcançadas e também os resultados esperados.
A escola deve priorizar turmas, cujo desempenho acadêmico dos alunos possua aspectos que necessitem de atenção especial, para que os resultados gerais da escola possam ser melhorados. Para cada turma a escola escolherá o foco da atenção (os assuntos considerados mais críticos) e os professores participantes do Projeto deverão desenvolver na Oficina Digital atividades voltadas para melhoria desses aspectos.
· Quais as conseqüências dessa priorização?
Os professores participantes do Projeto, aqueles que atuam nas turmas priorizadas, deverão, juntamente com o coordenador pedagógico da escola, elaborar planejamentos pedagógicos semestrais de utilização da Oficina Digital com seus alunos, em consonância com o Projeto Tecnológico da escola, contemplando os assuntos a serem melhorados e explicitando as ações a serem desenvolvidas na Oficina Digital.
De cada escola será selecionada uma amostra das turmas priorizadas, em comum acordo com coordenação pedagógica e os professores, para ser acompanhada mais sistematicamente pelas equipes de assessoria pedagógica e de avaliação do Projeto.
· Qual o número mínimo de alunos que deve ser beneficiado prioritariamente?
Para que haja aproveitamento satisfatório dos recursos, tendo em vista os resultados esperados, é fundamental que cada aluno realize atividades na Oficina Digital pelo menos duas vezes por semana, para desenvolver atividades relacionadas às prioridades definidas no Projeto Tecnológico da escola.
Considerando a metodologia adotada de troca de informações, cada computador deve ser compartilhado por até dois alunos de cada vez. Nesse sentido, a interação entre as duplas deve ser estimulada sempre com o objetivo de ampliar as oportunidades de aprendizagem em parceria, ética e acima de tudo respeito.
Atenção: Os alunos das turmas priorizadas devem ser atendidos durante todo o ano letivo.
Um exemplo de grade horária contemplando 22 turmas, considerando uma escola que funciona em 3 períodos, com 5 tempos por período:
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2ª. feira
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3ª. feira
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4ª. feira
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5ª. feira
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6ª. feira
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sábado
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MANHÃ
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5º ano A
5º ano B
5º ano C
3º ano A
3º ano B
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1º ano A
1º ano B
2º ano A
2º ano B
Professor
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5º ano A
5º ano B
5º ano C
3º ano A
3º ano B
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Professor
1º ano A
1º ano B
2º ano A
2º ano B
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4º ano A
4º ano A
4º ano B
4º ano B
Professor
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Comunidade
Comunidade
Comunidade
Comunidade
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TARDE
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3º ano C
3º ano D
5º ano D
5º ano E
5º ano F
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4º ano C
4º ano C
4º ano D
4º ano D
Professor
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Professor
1º ano C
1º ano D
2º ano C
2º ano D
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3º ano C
3º ano D
5º ano D
5º ano E
5º ano F
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1º ano C
1º ano D
2º ano C
2º ano D
Professor
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NOITE
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Professor
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Comunidade
Comunidade
Comunidade
Comunidade
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Professor
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Comunidade
Comunidade
Comunidade
Comunidade
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Professor
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· Quais os resultados esperados?
Os resultados deverão ser evidenciados sob vários aspectos.
1 – Melhora significativa dos indicadores escolares, sobretudo nas turmas e assuntos priorizados no Projeto Tecnológico.
2 – Implantação de uma cultura de uso das Tecnologias da Informação e Comunicação em benefício da melhoria da qualidade e da produtividade do ensino e da aprendizagem.
3 – Envolvimento da comunidade, visando atualizar as famílias em relação às tecnologias da informação e comunicação e garantir a continuidade do Projeto Educação Digital.
4 – Aquisição de expertise necessária à ampliação do Projeto Educação Digital para outras escolas públicas.
5 – Formação de uma rede colaborativa de aprendizagem, para troca de informações e experiências.
· De que modo ocorrerá a multiplicação das capacitações?
A multiplicação das capacitações deve seguir o mesmo modelo adotado inicialmente em relação à carga horária e com a utilização das apostilas e outros manuais disponíveis on-line.
Os multiplicadores devem ter segurança em relação ao conteúdo a ser repassado e conhecer bem o material de apoio. Naturalmente devem contar com o suporte dos parceiros (iG/Mstech - capacitação tecnológica; Intel/Fund. Bradesco – curso básico e essencial e LTNet-Brasil – orientação pedagógica e avaliação).
As turmas devem ter um mínimo de professores que corresponde a 1 (um) professor por computador. Em casos excepcionais pelo menos 15 professores devem participar da capacitação.
Os professores que devem ser capacitados serão aqueles que de fato estão sensibilizados e comprometidos em relação aos objetivos do Projeto Educação Digital, possuem turmas que foram priorizadas no Projeto Tecnológico da escola, estão motivados a desenvolverem projetos e atividades diferenciadas e interessam-se por inovar a prática pedagógica.
Devem ser capacitados pelo menos 85% dos professores das escolas beneficiadas pelo Projeto, levando-se em consideração a não obrigatoriedade da participação.
· Dinâmica de Assessoria Pedagógica
Objetivo:
Acompanhar, assessorar e orientar o trabalho pedagógico desenvolvido nas OD das 50 Escolas participantes do Projeto Educação Digital para melhorar a qualidade de utilização dos recursos computacionais de forma integrada com os conteúdos curriculares, visando a melhoria dos indicadores escolares.
Justificativa:
As ações da assessoria pedagógica estão voltadas para apoiar a reconstrução da prática do professor favorecendo o desenvolvimento de uma nova didática para potencializar, a autoria do aluno, a aprendizagem significativa e o desenvolvimento de competências e habilidades compatíveis com a sociedade do conhecimento.
Dinâmica:
1) Interação direta e contínua com:
· Coordenadores Pedagógicos Estaduais e Municipais;
· Coordenadores Pedagógicos escolares responsáveis pelo Projeto na Escola;
· Profissionais responsáveis pela Oficina Digital da Escola;
· Multiplicadores participantes do Projeto.
Tais interações serão realizadas:
- presencialmente em reuniões de trabalho;
- de forma virtual, por meio de um ambiente de EAD, recursos de comunicação da Internet e telefone;
- as interações com diretores e professores ocorrerão de forma direta, mais especificamente em momentos pontuais e de forma indireta, por meio de orientações aos atores citados acima.
2) Ações:
o Projeto Tecnológico da Escola: a partir de um formulário referência, a equipe gestora juntamente com os professores deverão definir os critérios e as prioridades (séries, disciplinas, turmas, professores), bem como as metas de utilização da Oficina Digital.
o Plano Estratégico “Mão na Massa”: a partir de um formulário referência, professores, individualmente ou em pequenos grupos, e coordenadores pedagógicos realizarão o planejamento de uma atividade (de curta duração) a ser desenvolvida na OD com alunos, logo após a capacitação. Neste plano, os professores devem explicitar os objetivos, a metodologia, os conteúdos curriculares envolvidos, os recursos computacionais a serem utilizados (aqueles vistos durante os cursos de capacitação) e os resultados de aprendizagem dos alunos.
OBS: Este Plano deverá ser elaborado e executado quando o término da capacitação ocorrer no meio de um semestre.
o Relatório do Mão na Massa: é um relatório que a equipe de professores envolvida no Plano Mão na Massa deverá produzir após a sua concretização, a partir de um formulário-referência. Neste relatório deverá constar a descrição das atividades desenvolvidas, os conteúdos curriculares, os recursos tecnológicos utilizados e os resultados alcançados.
o 1º Planejamento Pedagógico: A partir de um formulário-referência, os professores, juntamente com os coordenadores pedagógicos da escola, farão seus respectivos planejamentos de forma integrada aos conteúdos curriculares em suas disciplinas e/ou em projetos existentes da escola. Os planejamentos deverão estar em consonância com o Projeto Tecnológico da Escola e ter a duração de um semestre letivo.
o Relatório do 1º Planejamento Pedagógico: é um relatório que a equipe de professores envolvida no 1º Planejamento Pedagógico deverá produzir após a sua concretização, a partir de um formulário-referência.
Neste relatório deverá constar a descrição das atividades desenvolvidas, os conteúdos curriculares, os recursos tecnológicos utilizados e os resultados alcançados, bem como as estratégias didáticas e os aspectos relevantes observados na atitude dos alunos. Este relatório deverá também sintetizar os pontos de dificuldades, as superações e as fortalezas encontradas durante as atividades desenvolvidas com os alunos na OD.
o 2º Planejamento Pedagógico: Seguindo a mesma sistemática do 1º Planejamento, os professores elaborarão novos planejamentos, ampliando e aprofundando as possibilidades de utilização dos recursos computacionais de forma integrada aos conteúdos curriculares disciplinares e aos projetos de caráter interdisciplinar. Os planejamentos deverão estar em consonância com o Projeto Tecnológico da Escola e ter a duração de um semestre letivo.
o Relatório do 2º Planejamento Pedagógico: Seguindo a mesma sistemática do 1º Relatório do 1º Planejamento Pedagógico.
o Rede colaborativa de aprendizagem: será desenvolvida ao longo do projeto um espaço de compartilhamento de experiências entre as escolas do mesmo estado/município e entre estados/municípios no Portal do Projeto.
As ações acima visam sistematizar o conhecimento da prática do uso pedagógico dos recursos computacionais tendo como perspectiva a integração da OD no Projeto Político Pedagógico da escola (PPP) garantindo assim sustentabilidade pedagógica do Projeto Educação Digital.
A assessoria pedagógica, além da interação e do acompanhamento com as equipes envolvidas, considera os dados da avaliação para desenvolver novas estratégias de ações de assessoramento junto às equipes das escolas.
· Dinâmica de avaliação
No Projeto Educação Digital, a avaliação será realizada pela LTNet-Brasil para fornecer à Brasil Telecom e seus parceiros informações sobre os sucessos e desafios do programa, considerando a complexidade de uma implantação em nível nacional e as diferentes realidades dos estados, municípios e escolas participantes. Com base na avaliação, os aspectos positivos podem ser mantidos e ampliados; os aspectos mais frágeis podem ser modificados, já ao longo do processo de implantação do projeto, procurando sempre caminhos mais seguros para seu sucesso.
Dessa forma, esta avaliação tem por objetivos:
1. Acompanhar o processo de integração da Oficina Digital nas atividades da escola, identificando os fatores facilitadores e restritivos, os sucessos e os desafios enfrentados pela equipe gestora;
2. Acompanhar o processo de aplicação dos recursos disponíveis na Oficina Digital pelos professores das turmas priorizadas, identificando os ganhos, os sucessos e os desafios enfrentados para atingir os objetivos e as metas definidas no Projeto Tecnológico da Escola;
3. Acompanhar o processo de utilização dos recursos disponíveis na Oficina Digital pelos alunos das turmas priorizadas, identificando as diferentes formas de uso, os ganhos, os sucessos e os desafios enfrentados para atingir os objetivos e as metas definidas no Projeto Tecnológico da Escola. Será selecionada uma amostra das turmas priorizadas de cada uma das 50 escolas participantes do Projeto para um acompanhamento mais sistemático e aprofundado;
4. Acompanhar o envolvimento da comunidade local na implantação, utilização e manutenção (voluntariado, parcerias) da OD;
5. Identificar especificidades regionais, que devem ser consideradas na futura expansão do projeto;
6. Contribuir para aprimorar a metodologia de implantação do projeto a ser sistematizada durante esta primeira fase e utilizada na expansão do projeto;
7. Avaliar os impactos (resultados de curto prazo) e efeitos (resultados de longo prazo) do projeto nas escolas, na prática pedagógica dos professores, nos processos de aprendizagem dos alunos participantes e nas comunidades locais;
8. Fornecer dados sobre o andamento do Projeto nas escolas que contribuam para o desenvolvimento das estratégias da Assessoria Pedagógica;
Haverá em cada um dos 9 Estados e DF um Monitor de Avaliação da LTNet-Brasil responsável em manter contato com as escolas, para levantamento dos dados de acompanhamento e avaliação do Projeto.
A avaliação do Projeto constará de 3 etapas:
- Acompanhamento dos cursos de capacitação e elaboração dos perfis das escolas, das respectivas equipes gestoras, dos coordenadores das Oficinas Digitais, dos professores e alunos participantes do projeto, com o objetivo de definir um marco inicial a ser considerado para identificação dos impactos e efeitos do Projeto.
- Acompanhamento da implantação do Projeto nos 9 Estados e DF (dados fornecidos pelos Coordenadores Estaduais/Municipais do Projeto) e, mais especificamente, do uso das Oficinas Digitais pelos professores, alunos e comunidade nas 50 escolas participantes do Projeto, tendo em vista as metas definidas nos Projetos Tecnológicos e os resultados esperados. Para levantamento das informações sobre a implantação do Projeto nas escolas, haverá coleta de dados semanal online sobre o uso das Oficinas Digitais (fornecidos pelos responsáveis pelas Oficinas Digitais), coleta de dados bimestral online sobre as atividades desenvolvidas pelos professores e alunos nas Oficinas Digitais (fornecidos pelos professores e alunos participantes do Projeto). Em todas as visitas da equipe de avaliação do Projeto nas escolas está prevista uma conversa com algum membro da equipe gestora, com o objetivo de levantar as especificidades e necessidades de cada realidade.
3. Sistematização de um modelo de implantação para as etapas futuras do projeto, tendo como base os impactos e efeitos do Projeto, bem como as lições aprendidas.
As visitas periódicas da equipe de avaliação às escolas, entrevistas e aplicação de questionários online serão previamente agendadas, para que o processo de acompanhamento e avaliação do Projeto não interfira no andamento das atividades escolares.
· Assistência Técnica:
Para problemas físicos (Hardware, ar condicionado, alarme, impressora) e com configuração de softwares (Blue Lab, Portal da Escola e BXP), a Brasil Telecom está disponibilizando suporte técnico de 2ª à 6ª feira no horário das 08:00 às 23:00 horas e aos sábados das 10:00 às 14:00 horas, pelo telefone:
0800-646-1430.
ATORES DO PROJETO EDUCAÇÃO DIGITAL
E SUAS RESPECTIVAS RESPONSABILIDADES
GERENTE GERAL DO PROJETO
· Estabelece relacionamento institucional entre a Brasil Telecom e as Secretarias de Educação;
· Define as diretrizes gerais do Projeto Educação Digital;
· Realiza o gerenciamento geral.
GERENTE PEDAGÓGICO DO PROJETO
· Elabora o planejamento pedagógico geral;
· Define as diretrizes pedagógicas;
· Orienta e elabora a estratégia da capacitação dos professores;
· Supervisiona pedagogicamente o projeto;
· Acompanha e avalia o projeto.
ASSESSORES ESPECIAIS DA BRASIL TELECOM
· Promove o relacionamento institucional;
· Coordena a realização de eventos;
· Presta assessoria técnica;
· Acompanha o progresso;
· Apoia na elaboração de planejamentos.
ASSESSORIA PEDAGÓGICA DA BRASIL TELECOM
· Apoia a elaboração do Projeto Tecnológico;
· Orienta quanto à elaboração dos planejamentos pedagógicos dos professores;
· Presta suporte presencial e à distância do desenvolvimento do Projeto Tecnológico.
ASSESSORIA DE AVALIAÇÃO DA BRASIL TELECOM
· Realiza levantamento e análise de indicadores educacionais e tecnológicos;
· Realiza o tratamento dos dados coletados;
· Avalia o Projeto Educação Digital.
SECRETÁRIOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO
· Compreende que o Projeto agrega valor significativo ao desenvolvimento da Educação;
· Compromete-se com o sucesso do Projeto Educação Digital;
· Indica o Coordenador Estadual / Municipal;
· Indica as escolas dentro dos critérios estabelecidos pelo projeto;
· Facilita a implantação física e metodológica do projeto;
· Cobra resultados positivos;
· Responsabiliza-se pelos resultados;
· Divulga os resultados do projeto;
COORDENADORES ESTADUAIS / MUNICIPAIS DO PROJETO
Coordenadores indicados pelos Secretários Estaduais e Municipais de Educação.
· Responsável pelo Projeto em nível de Secretaria cabendo acompanhar e garantir a sua realização;
· Supervisiona as ações desenvolvidas e manutenção da comunicação entre o Brasil Telecom e a Secretaria;
· Auxilia na definição do cronograma de capacitação dos professores, considerando a disponibilidade de horários, espaços e tempo de cada escola e dos parceiros da Brasil Telecom;
· Auxilia na elaboração do Projeto Tecnológico de cada escola, definindo com os gestores os objetivos a serem alcançados de acordo as metas do Projeto Educação Digital;
· Realiza parceria com a equipe do NTE local para apoio à dinamização do Projeto;
· Acompanha as ações, auxiliando na identificação de possíveis dificuldades e encaminhamento de soluções;
· Elabora relatório periódico das ações encaminhando cópia para o Secretário e a Brasil Telecom.
· Participa do processo de avaliação do Projeto, fornecendo os dados de andamento do projeto na escola, quando solicitados pela equipe de avaliação.
GESTORES ESCOLARES
· Compreende que o Projeto agrega valor significativo ao desenvolvimento da Escola;
· Compromete-se com o sucesso do Projeto Educação Digital;
· Indica o Coordenador Pedagógico Escolar;
· Define, juntamente com a Secretaria de Educação, quem será(ão) o(s) responsável(is) pela gestão da Oficina Digital;
· Elabora com a equipe responsável pela OD e professores envolvidos o Projeto Tecnológico;
· Viabiliza a oferta de atividades e/ou cursos de inclusão digital para a comunidade;
· Verifica a realização das metas;
· Promove avaliação processual;
· Elabora relatórios; Que relatórios? Quem irá solicitá-los?
· Responsabiliza-se pelos resultados;
· Participa do processo de avaliação do Projeto, fornecendo os dados de andamento do projeto na escola, quando solicitados pela equipe de avaliação.
· Participa de reuniões da assessoria pedagógica com objetivos específicos relacionados às questões da gestão (por exemplo: discutir o projeto tecnológico).
COORDENADORES PEDAGÓGICOS ESCOLARES RESPONSÁVEIS PELO PROJETO NA ESCOLA
Coordenadores indicados pelos diretores das escolas
· Compromete-se com o sucesso do Projeto Educação Digital;
· Elabora o Projeto Tecnológico, juntamente com os professores;
· Orienta e acompanha os planejamentos pedagógicos dos professores;
· Realiza levantamento de possíveis dificuldades operacionais e proposição de soluções;
· Promove a avaliação processual;
· Elabora relatórios, quando solicitados;
· Co-responsável pelos resultados;
· Participa do processo de avaliação do Projeto, fornecendo os dados de andamento do projeto na escola, quando solicitados pela equipe de avaliação.
· Participa de reuniões da assessoria pedagógica com objetivos específicos relacionados às questões da gestão (por exemplo: discutir o projeto tecnológico) e do trabalho dos professores nas OD.
PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA OFICINA DIGITAL
· Responsável pela gestão e dinamização da Oficina Digital: organiza o agendamento dos professores, das turmas de alunos e da comunidade;
· Participa dos cursos de capacitação tecnológica e pedagógica;
· Atua, quando necessário, na multiplicação das capacitações oferecidas pelo Projeto para os professores de sua escola;
· Auxilia o professor em seus planejamentos de atividades na Oficina Digital, dando sugestões de utilização dos diferentes recursos disponíveis na Oficina Digital;
· Identifica possíveis dificuldades operacionais e proposição de soluções, encaminha os problemas identificados para solução (0800, coordenação do projeto, equipe de assessoria pedagógica, equipe de avaliação);
· É ponto de apoio da equipe de avaliação na escola, fornecendo os dados solicitados e auxiliando na aplicação de questionários;
· Participa de reuniões da assessoria pedagógica;
· Atua na divulgação das ações do Projeto da sua escola (Por exemplo: publica as ações do Projeto em sua escola no Portal da Escola e no Portal do Projeto).
PROFESSORES PARTICIPANTES DO PROJETO
· Compromete-se com o sucesso do Projeto Educação Digital;
· Participa dos cursos de capacitação tecnológica e pedagógica;
· Participa na elaboração do Projeto Tecnológico;
· Elabora planejamentos pedagógicos, inserindo os recursos tecnológicos disponíveis na OD;
· Participa do processo de avaliação do Projeto, fornecendo os dados sobre sua participação e de seus alunos no Projeto, quando solicitados pela equipe de avaliação;
· Participa das reuniões de trabalho junto com os coordenadores; pedagógicos da escola, coordenador da OD, multiplicador envolvido no projeto e coordenador pedagógico do estado/município, sob a orientação da assessoria pedagógica.
ALUNOS PARTICIPANTES DO PROJETO
· Principais beneficiários do Projeto Educação Digital;
· Desenvolve habilidades e competências relativas ao currículo escolar;
· Dinamiza as atividades da Oficina Digital;
· Identifica possíveis dificuldades operacionais e propõem soluções;
· Participa de eventos e/ou mostras de trabalhos.
PAIS E RESPONSÁVEIS
· Compreende que o Projeto agrega valor significativo ao desenvolvimento da aprendizagem dos seus filhos;
· Compromete-se com o sucesso do Projeto Educação Digital;
· Participa de atividades / cursos de inclusão digital oferecidos pela escola;
· Cobra resultados positivos junto à escola. Página publicada em 14/7/2008.
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